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Vantagens de ter um sócio!

 

so.ci.e.da.de [sf] SOCIOLOGIA. Grupo humano que habita em certo período de tempo e espaço, seguindo um padrão comum; coletividade. DIREITO COMERCIAL. Grupo de pessoas que, por contrato, se obrigam mutuamente a combinar seus recursos para alcançar fins comuns.

Seja para dividir o mesmo tempo ou período, seja para alcançar fins comuns (ou as 2 coisas), o fato é que não vivemos sozinhos nem isolados, por mais que em algumas situações isso fosse desejável – seja sincero, você conhece pelo menos 1 pessoa que deveria viver num descampado, sem nada por perto, não conhece?!

Apesar de alguns casos isolados, temos muito a ganhar por fazer parte de uma sociedade, e vamos abordar aqui especificamente as vantagens das sociedades comerciais. Acompanhe na sequência:
1. É sempre bom ter alguém com quem trocar ideias a respeito do negócio;
2. Também é muito interessante contar com o suporte de outras pessoas naqueles momentos em que a coisa complica (como numa pandemia, por exemplo!);
3. Você pode contar com pessoas com habilidades e conhecimentos complementares ao seus – isso é muito bom!;
4. Você terá com quem dividir as responsabilidades do negócio e não ficar sobrecarregado com as rotinas operacionais.

Você tem sócio(s)? Concorda com o que está posto? Conte para nós como é para você trabalhar com um sócio (ou sócios). Aqui na Plenus é uma experiência TOP, muito enriquecedora para todos!

Síndrome de Gabriela e o novo “normal”

 

O ano era 1975 e ia ao ar a novela “Gabriela”, adaptação do romance “Gabriela, Cravo e Canela”, de Jorge Amado. Seu tema de abertura, que ficou conhecido pela voz de Gal Costa, tinha entre seus versos o seguinte:
‘Eu nasci assim, eu cresci assim,
E sou mesmo assim, vou ser sempre assim…’

Voltemos para 2020. Covid-19. Isolamento. Lock down. Pandemia. Coronavírus. Fique em casa. Fique seguro. Distanciamento. Home office. “Gripezinha”. Use máscara. Casos confirmados. Casos suspeitos. Bandeira amarela, vermelha, preta. E você deve estar se perguntando: e daí? Qual a relação de uma coisa com a outra?

A “Síndrome de Gabriela” é uma ‘enfermidade’ que acomete muitas organizações, as quais acreditam piamente serem imunes ao passar do tempo e suas mudanças, seja em termos de práticas de gestão, relacionamento com stakeholders, políticas internas, planejamento, etc. É comum ouvir de muitos “gestores” ou “administradores” uma sentença (e temos vários significados possíveis, dentre os quais ‘de morte’) que diz mais ou menos assim: “Eu sempre fiz assim e sempre funcionou, eu conheço meus clientes!”.

Com o advento da pandemia do coronavírus, assistimos muitas empresas serem forçadas a se reinventar para escapar do “corredor da morte” de CNPJ’s. Muitas fizeram uma migração para o e-commerce literalmente da noite para o dia, sem contar com uma estrutura de suporte para tanto e, muito menos, estratégias definidas de comunicação e segmentação de público. Outras empresas foram além em suas mudanças, atacando pontos mais vitais e que envolvem questões relacionadas a governança corporativa, como por exemplo, criação de comitês de crise, estabelecimento de planos de gestão de crise e riscos, entre outras medidas adotadas que afetaram a rotina de trabalho.

Dizem que é preciso ver o lado positivo de tudo, não é mesmo? Então, que esse seja o lado positivo desta pandemia para as empresas, que adotem uma cultura mais “mente aberta” para as mudanças e adaptações, mas que não as façam apenas por necessidade, mas sim como uma forma de se tornarem um ambiente melhor para seus clientes. Os internos e os externos!

Vendas pela internet saltaram 209% no mundo todo durante pandemia

 

Entre os segmentos do varejo, o de videogames e jogos eletrônicos teve um salto de 126% e o volume de downloads digitais cresceu 26%

A crise causada pelo novo coronavírus catapultou as vendas on-line em abril e o varejo pela internet viu as transações saltarem 209% na comparação com o mesmo mês de 2019, segundo dados da ACI Worldwide, empresa de sistemas de pagamento eletrônico.

Entre os segmentos do varejo, o de videogames e jogos eletrônicos teve um salto de 126% de vendas em abril e o volume de downloads digitais cresceu 26%. Do outro lado, a emissão de tickets de shows e espetáculos tombou 99% e as compras relacionadas a viagens derreteram 91% em abril ante o mesmo mês do ano passado. O aumento nas compras on-line reflete um mês inteiro de amplas restrições às atividades do comércio presencial e de outras medidas para inibir a propagação da covid-19.

Com o aumento das transações on-line, as tentativas de golpe também subiram. A taxa de tentativas de fraude em abril ficou em 4,3% em abril, um pouco abaixo dos 5,3% observados em março, mas acima dos 3,8% registrados em abril de 2019. Segundo o levantamento, as tentativas de fraude focaram nos segmentos que estão demonstrando maior crescimento, como o de eletrodomésticos, com destaque para itens populares de alto valor, como laptops e televisores.

 

Fonte: Valor Investe

Link original: https://valorinveste-globo-com.cdn.ampproject.org/c/s/valorinveste.globo.com/google/amp/objetivo/gastar-bem/noticia/2020/05/23/vendas-pela-internet-saltaram-209percent-no-mundo-todo-durante-pandemia.ghtml

A proposta das zebras se tornou um lema dos empreendedores que criam negócios em busca de propósito e lucro. Entenda o que significa ter uma startup nessa liga

 

Você provavelmente ouviu falar muito dos unicórnios nos últimos anos: são startups que crescem aceleradamente e conquistam uma avaliação de mercado de ao menos US$ 1 bilhão. Já temos 11 negócios brasileiros do tipo, desde o aplicativo de mobilidade urbana 99 até o marketplace de imóveis Loft. Internacionalmente, porém, os unicórnios foram trocados pelas zebras por alguns empreendedores e investidores.

As zebras são startups criadas visando propósito e lucro. Elas receberam holofotes depois de casos como a WeWork, rede de coworkings que enfrentou uma grande desvalorização de mercado e teve até mesmo de suspender sua oferta pública inicial de ações (IPO). Nesse sentido, as zebras se apresentam como uma alternativa de negócios com menos dependência de capital externo e com viabilidade mais “real.”

As zebras também surgem como uma resposta à falta de diversidade de gênero, raça e histórico de vida entre os fundadores de startups, seus investidores e seus funcionários. “Os fundadores de zebras e seus aliados acreditam que criar uma alternativa mais ética e inclusiva em relação ao status quo do Vale do Silício é um imperativo moral”, escrevem as empreendedoras e fundadoras do movimento Zebras Unite, Jennifer Brandel, Mara Zepeda, Astrid Scholz & Aniyia Williams.

“Para construir qualquer coisa humana, incluindo tecnologia, precisamos apoiar pessoas que vivem um problema e criam soluções bravamente, usando essa experiência.”

As fundadoras do Zebras Unite colocam cinco perguntas que devem guiar a produção de produtos e companhias éticas e humanas, ou zebras. Veja quais são elas e entenda mais sobre as zebras:

  1. O produto foi desenhado por ou para as pessoas afetadas? O designer da solução deve ser um facilitador, e não um especialista. Construa seu produto junto com a comunidade que ele atenderá.
  2. O produto inova ou conserta? As zebras não seguem o mandamento de “mover-se rápido e quebrar coisas”, muito praticado no Vale do Silício. Essas startups firmam processos que garantem parcerias privadas, públicas e com a comunidade. O objetivo é que todas as instituições sejam empoderadas e atuem de forma sustentável.
  3. O produto machuca ou cura nós mesmos e o planeta? Não construa soluções que resultem em vício ou em destruição de recursos naturais. Os novos modelos de negócio devem ser criados para melhorar a saúde de nossas mentes e do meio ambiente.
  4. O produto gera resultados para poucos ou a riqueza é compartilhada? Sabemos como poucos investimentos de capital de risco vão para fundadoras de startups do gênero feminino, por exemplo. As próprias empreendedoras do Zebras Unite passaram por essa experiência: Aniyia WIlliams vendeu sua ideia para 100 investidores e obteve apoio de apenas dois.

As zebras criam prosperidade para criadores e funcionários mais diversos. Por isso, andam lado a lado com programas de desenvolvimento econômico e de criação de negócios a partir de investimentos modestos. O próprio Zebras Unite está criando um fundo para apoiar negócios que seguem a filosofia do movimento.

  1. O produto recompensa acionistas ou participantes do ecossistema? A alternativa para modelos que dependem dos investidores é considerar que seus usuários, funcionários e outros participantes no negócio têm uma participação no valor criado pela sua zebra. Pense em estruturas societárias que atendam um interesse mais coletivo. “Quando o retorno aos acionistas supera o bem-estar coletivo, a democracia é ameaçada. O modelo de negócio cria o comportamento. Em escala, esse comportamento pode ter efeitos até mesmo destrutivos”, escreve o Zebras Unite em seu manifesto.

 

Link original: https://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2020/04/quem-sao-zebras-startups-que-consertam-o-que-unicornios-quebram.html

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

Esqueçam os unicórnios. Startups deveriam ser camelos

Estamos diante de uma das maiores transições da história da humanidade na forma como trabalhamos. Prepare-se para sair mais forte

 

No Vale do Silício, todo o ecossistema está alinhado em torno de um grande objetivo: cultivar unicórnios – startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. Até pouco tempo atrás, unicórnios eram considerados casos raros, mas nos últimos dois anos o número de empresas que se encaixam dentro dessa classificação aumentou e agora já são mais de 350 ao redor do mundo. A opinião é de Alex Lazarow, investidor de venture capital, em coluna para o site Entrepreneur.

No mercado atual, unicórnios representam mais do que valor de mercado, são uma filosofia e um processo de construir startups. Quando virar um unicórnio se torna um objetivo, um crescimento rápido e agressivo é perseguido. Como ferramentas para alcançar os objetivos, são usados  abundante capital de risco, um time experiente e talentoso e um suporte vasto no ecossistema.

A abordagem funcionou no Vale do Silício por um tempo, mas com as recentes decepções nas aberturas de capital de grandes startups como Uber e WeWork, a estratégia perdeu força. Além disso, para as startups que não estão no Vale e nunca tiveram capital de sobra, esse nunca pareceu ser um objetivo sustentável.

Em paralelo à obsessão pelo mundo encantado dos unicórnios, ecossistemas menores começam a testar modelos diferente de gestão e crescimento. É o que Lazarow chama de startups “camelos”. Camelos se adaptam a múltiplos climas, sobrevivem sem comida e água por meses e, quando a hora é certa, conseguem correr rapidamente por períodos relevantes de tempo.

Diferentemente dos unicórnios, camelos não são criaturas fantásticas que vivem no mundo da ficção. Eles são reais, resilientes e podem sobreviver nos locais mais inóspitos do planeta. Por mais que a metáfora não seja tão “glamourosa” quanto a adotada até agora, as startups camelos priorizam a sustentabilidade e, portanto, a sobrevivência.

Abaixo, veja quatro lições desse modelo:

Sem subsídios
No Vale do Silício, empreendedores estão dispostos a subsidiar seus produtos porque há capital de sobra e sua eficiência é julgada pelo crescimento da base de consumidores – dando menos atenção aos custos e à lucratividade. Isso deveria ser repensado. Empresários que trabalham em mercados menos desenvolvidos não encaram a questão da mesma forma. Eles cobram os clientes por seus produtos. Essas empresas entendem que o valor do produto final não deveria ser uma barreira, mas, sim, refletir sua qualidade.

Gestão de custos
Startups camelos tendem a gastar de maneira mais sincronizada com sua curva de crescimento. Por exemplo, novas contratações devem ser justificadas por crescimentos em receita; investimentos em marketing devem crescer de modo apropriado com o negócio; e gastos não podem, de jeito nenhum, ir além do planejado. Para Lazarow, essa combinação gera resiliência para problemas encontrados pelo caminho e pode trazer mais tempo para negócios crescerem e construírem modelos sustentáveis.

Somente o necessário
Venture capital é uma ferramenta poderosa. No entanto, ela não funciona para todos empreendedores e nem toda startup precisa desse tipo de investimento. As startups camelo sabem disso. Por isso, levantam somente o necessário quando o assunto é investimento de risco, quase sempre para propósitos específicos e bem alinhados. Como resultado, empresários mantêm mais controle sobre seu negócio – e ainda ficam com uma fatia maior da “torta”, caso venda a empresa.

Visão a longo prazo
Fundadores dessas startups sabem que construir um negócio de sucesso não é uma corrida de curta distância. Para esse modelo de negócio, sobrevivência é a estratégia principal, o que leva tempo. Nesse período, startups devem trabalhar para desenvolver um modelo de negócio sólido, criar um produto que seja do interesse dos clientes e estruturar a distribuição com clareza. Para Lazarow, o que importa não é quem chega antes ao mercado, mas quem sobrevive mais tempo.

 

Link original: https://epocanegocios.globo.com/Startup/noticia/2020/04/esquecam-os-unicornios-startups-deveriam-ser-camelos.html

Fonte: Época Negócios

Startup de lojas autônomas para condomínios vê demanda quadruplicar com coronavírus

Kobe Bryant: relembre a trajetória empreendedora do astro do basquete

Ex-jogador morreu aos 41 anos no último domingo (26). Ao longo da carreira, fundou duas empresas e teve investimentos de destaque no mercado

O ídolo do basquete norte-americano Kobe Bryant, que faleceu aos 41 anos em um acidente de helicóptero na Califórnia no domingo (26), tem um histórico de sucesso não apenas nas quadras, mas também no mundo dos negócios.

O astro começou a carreira empreendedora no mercado financeiro em 2013, quando ainda estava na ativa no basquete. Ele é cofundador da empresa de capital de risco Bryant Stibel, em parceria com o fundador da Web.com, Jeff Stibel.

 

Empresas do ramo financeiro e até um Oscar

A CNN Business avalia que Bryant seguiu os passos de outras lendas do esporte que conseguiram transformar as habilidades desenvolvidas na quadra em sucesso nos negócios. A publicação toma como exemplo o jogador Earvin “Magic” Johnson, que era um dos mais famosos nos anos 80, quando fundou a própria empresa de investimentos, Magic Johnson Enterprises, e investiu em uma série de negócios que iam do Starbucks ao aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque.

Atualmente, a empresa de capital de risco de Kobe Bryant possui mais de US$ 2 bilhões em ativos, com investimentos em dezenas de negócios de tecnologia, mídia e dados. A companhia tem saídas bem sucedidas de empresas como Dell e Alibaba. Também possui investimentos na Epic Games, criadora do Fortnite, na empresa de pagamentos digitais Klarna e na empresa de produtos domésticos The Honest Company.

Além do empreendimento no ramo financeiro, Bryant fundou, em 2016, a empresa especializada em mídia esportiva Granity Studios. A companhia foi responsável pelo lançamento do curta-metragem “Dear Basketball”, que ganhou o Oscar na categoria de animação em curta-metragem em 2018. A Granity Studios também tem uma divisão de livros para jovens adultos e foi responsável pela publicação da autobiografia do atleta.

Bryant tinha ainda investimentos na bebida esportiva Body Armour, que em 2018 aumentou sua avaliação de mercado ao vender uma participação para a Coca-Cola.

 

Garoto propaganda

Boa parte dos rendimentos de Bryant também vinham de sua própria marca licenciada. Conhecido no basquete como “Black Mamba”, ele iniciou a construção da sua marca como atleta com a parceria da Nike, em 2003.

Ele fazia parte de um grupo de elite de jogadores da NBA que assinaram com a empresa naquele ano, incluindo LeBron James e Carmelo Anthony. A estratégia da empresa era fortalecer a presença no basquete, após a aposentadoria de Michael Jordan em 2003. Em 2016, a Nike instituiu o “Dia do Mamba” para homenagear a aposentadoria de Bryant.

Por muito tempo, o atleta foi a imagem da NBA para expandir a audiência do esporte para além dos Estados Unidos. Ao longo da carreira, ele também colecionou acordos com várias outras marcas, como McDonald’s, Sprite, Nintendo e Turkish Airlines.

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios